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Laboratório de Produção e Controle de Qualidade de Radiofármacos

Laboratório de Produção de Radiofármacos

No laboratório de produção de radiofármacos do IEN é feita a marcação de moléculas específicas como a metaiodobenzilguanidina (MIBG) e a fluordesoxiglicose (FDG) (com os radioisótopos iodo-123 e flúor-18, respectivamente). Estes radioisótopos são produzidos no acelerador Cíclotron CV-28 do IEN. A marcação (incorporação) do núcleo radioativo na molécula é feita no interior de células de processamento apropriadas, também chamadas de hot cells, que contam com blindagens de chumbo dimensionadas para proteger seu operador da radiação. No interior dessas células são feitas reações químicas, operações de aquecimento da solução, fracionamento do volume líquido e medidas de atividade radioativa das amostras, tudo isso de forma remota, por meio de sistemas robóticos ou com o uso de manipuladoras. Há um sistema próprio de exaustão, com filtros, que impede tanto a contaminação de seu interior com agentes biológicos como a emanação de gases radioativos para o ambiente externo. Profissionais com formação em farmácia, química e engenharia atuam na sua operação e manutenção.

Laboratório de Controle de Qualidade de Radiofármacos

Nesse ambiente são feitos os testes e medidas necessários para a verificação da qualidade dos radiofármacos produzidos no IEN. Antes de sua liberação para a aplicação em pacientes, é necessário verificar a pureza do produto nos aspectos químico, radionuclídico e biológico, entre outros. Ali são realizados testes e ensaios feitos por uma equipe formada por farmacêuticos, químicos e físicos que atuam no setor operando equipamentos como: capelas de fluxo laminar blindadas, cromatógrafo líquido de alta pressão, cromatógrafo a gás, detector de germânio hiperpuro e outros.

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